[quando nós normalizamos
e normatizamos (e vice-versa)
violências substantivas e
adjetivas nas várias instâncias
da vida como necessárias e/ou
incontornáveis, ou sobretudo
como saudáveis e edificantes,
nós entramos no caminho de
Benito, de Adolfo, do titio
boquirroto (do churrasco)
e da titia prestativa (do zap)]
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